Ontem tive outra fantástica experiência no Catacumbas. Blues do mais puro. Uma ideia da maravilhosa noite que tive
Messias & the Hot Tone Blues - What'd i Say
Estes senhores são portugueses, tocam por gosto e actuam no Catacumbas terças feiras de 15em 15dias. Portanto foi ontem, +15 and so on...apareçam vale a pena. À 5a feira é jam session, blues, jazz, vontade de curtir com fartura. Um dos spots sem dúvida desta cidade. Fica no Bairro Alto, pois claro. No Myspace podem encontrar algumas músicas e vídeos das performances. Enjoy and share the blues
04/03/2009
03/03/2009
Músicas com alma
Umas quantas músicas para ouvirem, relaxarem e reflectirem. Porque afinal nem só de rock se faz a vida. Enjoy the sun
02/03/2009
Mudança
Algo está a mudar.....será? bem, personificação da complexidade aliada à simplicidade com toques intensos de genialidade... i present Mr. Dave Matthews
Sou só eu que me sinto preso n1 cidade???bah!
Sou só eu que me sinto preso n1 cidade???bah!
27/02/2009
Rock'n'Roll Sessions #2 by JPai
Epá isto do Carnaval, férias, ausências, tempo afastado do computador, atrasaram o esquema todo. Mas o importante é que já se encontra na rua, menos cuidado a nível de apresentação, mas com a qualidade que...bem ouçam e opinam.
DOWNLOAD
1 Black Sabbath - Black Sabbath
2 Whole Lot of Love - Led Zeppelin
3 Look at Yourself - Uriah Hepp
4 48 Crash - Suzi Quatro
5 Sex, Drugs & Rock'n'Roll - Ian Dury and the BlockHeads
6 School's Out - Alice Cooper
7 Aqualung - Jethro Tull
8 Hear me Calling - Slade
Rock ON
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1 Black Sabbath - Black Sabbath
2 Whole Lot of Love - Led Zeppelin
3 Look at Yourself - Uriah Hepp
4 48 Crash - Suzi Quatro
5 Sex, Drugs & Rock'n'Roll - Ian Dury and the BlockHeads
6 School's Out - Alice Cooper
7 Aqualung - Jethro Tull
8 Hear me Calling - Slade
Rock ON
17/02/2009
Isle of Wight - 1970

Em época de se definirem alinhamentos de concertos, festivais, entregas de prémios, etc, irei fazer outra retrospectiva. Recuemos ao ano de 1970. O mundo estava em convulsão...Mais que nunca a música servia como o veículo perfeito para tudo: espalhar o amor, preconizar a mudança, incentivar a revolta. É nesse contexto que surge este festival, grandioso talvez no seu ideal. "Conceived as a fund-raiser for a public swimming pool, the first Isle of Wight Festival took place in 1968 with Jefferson Airplane headlining an 'underground' all-nighter for 10,000 people. The second festival put Bob Dylan back on stage after his self-imposed exile, and drew over 150,000 for two days. By the time of the third event in 1970, featuring Jimi Hendrix's last UK performance, the festival had become a five-day monster attracting an estimated 600,000 hippies. A special Act of Parliament was passed with the intention that there would never be another music event on this small, previously quiet island." (texto de Sounds on Sound) . O cartaz fala por si:

Wednesday 26th
* Judas Jump
* Kathy Smith
* Rosalie Sorrels
* David Bromberg
* Redbone
* Kris Kristofferson
* Mighty Baby
Thursday 27th
* Gary Farr
* Supertramp
* Andy Roberts' Everyone
* Howl
* Black Widow
* The Groundhogs
* Terry Reid
* Gilberto Gil
Friday 28th
* Fairfield Parlour
* Arrival
* Lighthouse
* Taste
* Tony Joe White
* Chicago
* Family
* Procol Harum
* Voices Of East Harlem
* Cactus
Saturday 29th
* John Sebastian
* Shawn Phillips
* Lighthouse (second set)
* Joni Mitchell
* Tiny Tim
* Miles Davis
* Ten Years After
* Emerson Lake and Palmer
* The Doors
* The Who
* Melanie:
* Sly & The Family Stone
Sunday 30th
* Good News
* Kris Kristofferson (Second set)
* Ralph McTell
* Heaven
* Free
* Donovan
* Pentangle
* The Moody Blues
* Jethro Tull
* Jimi Hendrix
* Joan Baez
* Leonard Cohen
* Richie Havens
Muitas bandas desconhecidas nos dias de hoje, cujo nome e legado foram absorvidos pela evolução. Contudo muitas delas marcaram, e continuam a marcar, gerações. Muitos DVD's foram lançados com este festival, mas acima de tudo era um sinal que a massificação de ideais estava a tornar-se um problema. A anarquia era rainha e senhora das operações, nunca antes um movimento tinha tido tão grande apoio da música (ou vice versa, as opiniões divergem). Foram tempos de mudança, de revolta, mas que deram origem a momentos únicos.
Com a publicação do podcast amanhã e com os filmes que se seguem encerro a viagem pelos loucos anos '60 e '70. Espero que tenham gostado, a mim deu-me a oportunidade de descobrir mais do impacto, da mensagem e de toda a importância que essa era teve nos anos que se seguiram.
Emerson,Lake & Palmer - Rondo
Jimi Hendrix - Red House
Moody Blues - Night's in White Satin
Leonard Cohen - Suzanne
Jethro Tull - My God
The Who - My Generation
The Doors - The End
Miles Davis
10/02/2009
The Doors of Perception
Apesar de este post já pertencer a dia 10 e não a 9, serve também para marcar este dia.
Já aqui se tinha falado do livro (brilhantemente escrito) de Rui Pedro Silva, Contigo Torno-me Real. Os que me conhecem sabem do meu imenso fascínio por essa maravilhosa banda. Mas acima de tudo pelo seu vocalista. Ao longo da leitura do livro, ainda não terminada, vim a conhecer mais do que apenas o que tinha visto no filme e lido em algumas páginas da net.
Mais que um excelente vocalista, trouxe para o palco todo o lirismo, entusiasmo, espontaneidade e imprevisibilidade do cinema e teatro. Mais do que dar voz à poesia por ele e pelo Krieger (grande exemplo da capacidade escrita deste último é a canção que os elevou ao mais alto estatuto, Light My Fire). Mais do que membro integrante de uma das maiores bandas a despontar na Sunset Strip, apenas queria ser reconhecido pelo poeta, pelo homem, pela mensagem. Não pela fama, pelo dinheiro, pelo estatuto. Leitura recomendada, elucidativa do percurso de banda de ácidos e álcool, a fenómeno que ainda hoje perdura. A mais uns quantos meses :D
The Doors - Celebration of the Lizard
Já aqui se tinha falado do livro (brilhantemente escrito) de Rui Pedro Silva, Contigo Torno-me Real. Os que me conhecem sabem do meu imenso fascínio por essa maravilhosa banda. Mas acima de tudo pelo seu vocalista. Ao longo da leitura do livro, ainda não terminada, vim a conhecer mais do que apenas o que tinha visto no filme e lido em algumas páginas da net.
Mais que um excelente vocalista, trouxe para o palco todo o lirismo, entusiasmo, espontaneidade e imprevisibilidade do cinema e teatro. Mais do que dar voz à poesia por ele e pelo Krieger (grande exemplo da capacidade escrita deste último é a canção que os elevou ao mais alto estatuto, Light My Fire). Mais do que membro integrante de uma das maiores bandas a despontar na Sunset Strip, apenas queria ser reconhecido pelo poeta, pelo homem, pela mensagem. Não pela fama, pelo dinheiro, pelo estatuto. Leitura recomendada, elucidativa do percurso de banda de ácidos e álcool, a fenómeno que ainda hoje perdura. A mais uns quantos meses :D
The Doors - Celebration of the Lizard
09/02/2009
1 mês
Ora bem...calha mesmo bem o final da época de exames (a última dos próximos tempos espero, só com doutoramentos é que me apanham outra vez nisto) coincidir com o 1º mês do blog. Agradeço a todos os que têm passado por aqui e deixado a sua opinião, assim como muitos que têm dados contribuições valiosas (curiosamente os momentos mais "aclamados" foram de 2podcasts que não são da minha autoria, como especificado.Desde já o meu obrigado aos 2's autores). Que continue sempre assim :D
O meu obrigado
O meu obrigado
02/02/2009
Good old days #1

Esta semana claramente não correu como o esperado...enfim última semana de exames e consequentemente de curso obriga a deixar outras coisas para 2o plano. Contudo não quero deixar de partilhar 2vídeos. O primeiro de um Senhor, Robin Trower. O seu último DVD é do concerto que deu aquando dos seus 60anos...Vejam como é possível, seja em que idade for, curtir a música, deixar este mundo e embarcar na sua própria viagem.
Robin Trower - The Fool and Me
Robin Trower - The Fool and Me - Royal Oak, Detroit, 2008 from Trower Power on Vimeo.
Outra banda da altura que, para não variar, gerou grande polémica, com os seus arranjos musicais e riffs poderosos, já para não falar da sonoridade poderosa do orgão, foram os Uriah Heep. Banda ainda em activo, apesar de já com muitas mudanças na formação. Na altura desta música o vocalista (e dono desta voz brutal) era David Byron, a guitarra poderosa era manejada por Mick Box. Infelizmente não há um vídeo decente destes senhores com esta música, já que, como a maioria das bandas na altura, a mistura de adrenalina, alcoól e vinho nem sempre tinham um bom resultado. De qualquer modo aqui fica a música título do 3º album Look at Yourself.
Uriah Heep - Look a Yourself
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Robin Trower,
Uriah Heep
Go Deep...and Purple
Uma das bandas mais carismáticas dos anos 70, a par com nome como Led Zeppelin, Uriah Heep, Black Sabbat. O mundo do rock chamava por mudança, as drogas faziam do experimentalismo uma necessidade diária. Fundiam-se estilos, quebravam-se barreiras.
Esta banda é o perfeito exemplo de como do caos pode nascer a ordem. Vejam o artigo muito bem escrito na Wikipedia. Deixo-vos com o rapidíssimo Speed King seguido de um fantástico solo de bateria em The Mule. DEEP PURPLE ladys and gentleman.
Deep Purple - Speed King
Deep Purple - The Mule
Esta banda é o perfeito exemplo de como do caos pode nascer a ordem. Vejam o artigo muito bem escrito na Wikipedia. Deixo-vos com o rapidíssimo Speed King seguido de um fantástico solo de bateria em The Mule. DEEP PURPLE ladys and gentleman.
Deep Purple - Speed King
Deep Purple - The Mule
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Deep Purple
Back to the good old days
Há muitas épocas em que gostava de ter vivido. Têm todas o seu quê de especial, que as torna apetecíveis de experimentar. Contudo todas têm também os seus problemas. Esta era em que se vive agora, repleta de novas descobertas, onde tudo ficou ao alcance de 1simples click, onde a maneira de nos expressarmos atingiu patamares nunca dantes imaginados, é povoada de incertezas, de pormenores éticos, de conflitos sociais. Tudo está mais fácil, porém correr tudo mal também está mais fácil. Desemprego, calamidades sociais, guerras sem sentido, isso não é só de agora. Torna-se mais preocupante porque não só é mais publicitado pelos media como também os jovens sentem mais na pele esses problemas, não tendo o apoio e a protecção que era dada pelos pais, visto esses também serem apanhados pela crise.
Há uma coisa porém que não muda: a vontade de reviver, de experimentar, de sentir. Digam o que disserem a juventude dos nossos pais foi em larga escala muito melhor que a nossa. Não me vou alongar nas razões, digo apenas que de muitas maneiras eram bem mais livres do que nós somos agora. E havia todo um sem número de bandas que cortaram barreiras, elevaram a música como o principal canal de liberdade e exploração dos sentidos, proporcionavam momentos épicos, que eram apreciados pela espectacularidade e beleza, não por escândalos e cenas íntimas. Havia drogas, havia sexo, mas havia sobretudo Rock'n'Roll. Esta semana vai ser dedicada a essas bandas, em estreita colaboração com o meu pai. Enjoy
Há uma coisa porém que não muda: a vontade de reviver, de experimentar, de sentir. Digam o que disserem a juventude dos nossos pais foi em larga escala muito melhor que a nossa. Não me vou alongar nas razões, digo apenas que de muitas maneiras eram bem mais livres do que nós somos agora. E havia todo um sem número de bandas que cortaram barreiras, elevaram a música como o principal canal de liberdade e exploração dos sentidos, proporcionavam momentos épicos, que eram apreciados pela espectacularidade e beleza, não por escândalos e cenas íntimas. Havia drogas, havia sexo, mas havia sobretudo Rock'n'Roll. Esta semana vai ser dedicada a essas bandas, em estreita colaboração com o meu pai. Enjoy
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